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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

Samba e feijoada pra comemorar ~ Samba & sun to celebrate

Êta tempo que está passando depressa! Mais um aniversário, mais um ano de vida e muito, muito que agradecer! O dia oficial do meu aniversário é amanhã, 23/02, mas a comemoração aconteceu fim de semana passado. Como eu e minha irmã fazemos aniversário bem perto - são somente 5 dias de diferença - decidimos festejar mais um ano juntas. A ressaca de carnaval foi o pretexto perfeito para ancorar a festa num dueto bem brasileiro: feijoada & samba. Além de se tratar de um cardápio econômico, a feijoada tem a cara do Brasil. E o samba, nem se fala... Especialmente se é samba de raiz, tocado ao vivo e a cores! Meu Paidrasto pilotou a feijoada (ele é um exímio cozinheiro) e eu, Mana e Mãe cuidamos da animação, do repertório musical e da decoração. A decoração ficou simples, mas graciosa. Compramos vasos sortidos de pimenta e as toalhas estavam no xadrez verde.   Já o modelito que eu usei era beeeeeem colorido para sintonizar com a alegria da festa. Não era um vestido, mas sim uma saída d…

Uma parede e seus tijolos ~ The story of a brickwall

Essa postagem deveria contar a história de uma parede de tijolos. Mas é a parede de tijolos que vai contar uma história. Uma história pessoal que, assim como a parede em questão, foi construída tijolo por tijolo. O primeiro tijolo desta parede eu assentei quando me mudei da Alemanha para o Brasil. O coração estava aos frangalhos e minha cabeça enfrentava uma dificuldade enorme para se situar. Eu não sabia se estava no Brasil, se estava na Alemanha ou se, como o avião da Air France, eu tinha me perdido em algum ponto no meio do caminho. Foi uma fase bem complicada. Mas eu estava disposta a recomeçar... E ao esforço de recomeçar eu atribuo o segundo tilojo da parede. Tá, cheguei ao Brasil. É nóis, tijolo! É hora reconstruir a vida no meu país. Mas onde morar? Na casa de Mommys? Sim... No entanto, foi complicado voltar para a casa dos pais depois de ter tido minha própria casa, com minhas regras e minha tocada. Senti que estava invadindo o espaço dos meus pais, apesar deles nunca te…

O primeiro salário a gente não esquece...

... Nem o que fizemos com ele! Eu me lembro direitinho... Assim que entrei na faculdade, aos 17 anos, comecei a lecionar inglês numa escola de idiomas. Eu era uma teacher bem precoce, mas competente. Não ganhava muita coisa, mas como eu não tinha despesa com moradia nem com a faculdade, o dinheiro era todinho pra mim. Quando recebi meu primeiro salário, em cash, fui direto  à loja de eletrônicos comprar um som. Na época os aparelhos mais potentes eram do tamanho de uma estante. E era status tem um som mega-burucutu em casa. Mas eu queria um som menor, portátil, que eu pudesse carregar de um cômodo a outro e até levar em viagens. Então comprei um aparelho portátil da Philips. Saí da loja me sentindo a mulher mais poderosa do mundo, carregando o som que paguei à vista com meu primeiro salário. Putz, que conquista! O aparelho funcionou muito bem por 10 anos. Até festinha de faculdade o maluco já animou. Mas de 3 anos pra cá a velhice tecnológica comprometeu o funcionamento do meu qu…