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Mostrando postagens de Julho, 2013

Fotos pulando ~ Jumping pictures

Fotografia é expressão. Fotografia é registro. Fotografia é diversão.  Além de gostar de fotografar, edito livros de fotografia que retratam, na maioria das vezes, viagens.  E através das fotos eu percebo que as pessoas têm um certo padrão na hora de fotografar, padrão que se reflete nas poses preferidas, ou até mesmo, nas poses "caricatas".  A pose caricata do meu irmão é hilária: ele se deita nos bancos das praças, como se estivesse dormindo, e pede para alguém fotografar a cena. Não há uma viagem sequer que ele não fotografe um "soninho fingido" no banco da praça, kkk.
Outra amiga-cliente ama fotografar, juntamente com o namorado, a pose do "cavalinho" das quadrilhas. Eles juntam as mãos e saem em disparada, dando pequenos pulinhos... Dá pra imaginar a cena em frente ao Coliseu na Itália? A foto ficou um colosso!
Minha irmã gosta de posar para fotos com o pescoço levemente jogado para a direita. Minha mãe geralmente coloca as mãos na cintura. Já a cria…

Machu Picchu

Poucos lugares no mundo são tão bonitos e fotogênicos quanto Machu Picchu. São incríveis as construções, a disposição das casas no terreno acidentado, a arquitetura dos prédios, a colocação das pedras nas paredes e, principalmente, a harmonia da arquitetura com o meio ambiente. Machu Picchu parece ter brotado naturalmente da montanha, de tão perfeita é a sintonia entre as pedras e o verde.  Mas o que sobra de evidência física falta de evidência histórica. A cidade misteriosa dos incas está rodeada de teorias, mas faltam provas. Provas que atestem inclusive, que a cidade foi habitada algum dia. Diferentemente dos outros posts que publiquei sobre o Peru, nesse vou pular a história e ir direto para a experiência. Quero relatar a viagem a Machu Picchu da forma mais realista possível, contemplando os perrengues e a dureza que é chegar até lá. Compensa? Claro. Mas é dureza.  Eu e Mãe despertamos às 3:00 da matina e às 3:30 o ônibus da excursão nos pegou no hotel. Viajamos por quase 2 horas…

Cusco: o centro dos quatro cantos do mundo

Cusco acumula predicados audaciosos desde sua concepção. Como capital da civilização inca, era considerada o centro dos quatro cantos do mundo e de onde todos os caminhos partiam. Mas o desenrolar da história, liderado por ambições espanholas, destruíram o egocentrismo geográfico dos incas. Cusco foi quase toda destruída e, de capital do mundo, tornou-se o quintal da Espanha. A independência peruana veio em 1821, mas a influência espanhola, já encrustada na arquitetura, nos hábitos e na política, permaneceu.  Caminhar em Cusco, assim como caminhar em alguns bairros de Lima, é transportar-se rumo ao Velho Continente. No entanto, basta olhar na face dos peruanos para dar-se conta que ceviche não é paella. E que o Peru tem cacife e personalidade para se distinguir.  Cusco é atualmente a capital turística do Peru, a capital arqueológica da América do Sul e Patrimônio Cultural da Humanidade. Já falei que a cidade acumula predicados audaciosos... E tendo conhecido a cidade, acho os predicad…