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Mostrando postagens de Dezembro, 2016

A metamorfose dos presentes

Já dizia Lulu Santos "tudo muda o tempo todo no mundo".  E o mundo interior também muda, se transforma, evolui. O que agradava, não agrada mais. O sabor que dava água na boca, agora traz repulsa. O presente que era o sonho de consumo, se torna irrelevante.  Nos transformamos tanto com o tempo que, por vezes, temos dificuldade em nos reconhecer em primaveras passadas... Ou em Natais passados.  Esses questionamentos transformistas vieram à tona desde que me propus a feliz tarefa de escolher os presentes do Natal de 2016. Não sou do time que luta contra o viés consumista que a data natalina instiga, pelo contrário, me delicio com a escolha dos presentes. Mas confesso que nem sempre escolho os presentes pensando em quem recebe. Muitas vezes, eu penso que sei o que vai agradar o outro, se não agora, no longo prazo.  Um exemplo disso é o presente que escolhi para minhas sobrinhas, de 5 e 2 anos. Comentei com minha irmã (a mãe delas) que eu estava pensando em editar um livro pra e…

Zínias ~ Zinnia Flowers

Ontem passei por um canteiro florido da minha cidade (Goiânia) e uma explosão de cores vivas me chamou a atenção. Achei que estava diante das dálias, mas descobri que o nome correto dessas flores é "Zínnia".  Até o nome delas é bonito :) A Zínnia é da família das margaridas e cresce naturalmente numa faixa que vai dos Estados Unidos até a América do Sul. É uma flor fácil de cuidar que ama sol e atrai muitas, muitas borboletas! Uma característica muito importante dessa flor é seu longo período de florescimento. E depois da colheita, basta podar e esperar por novas flores! Uma dádiva da natureza!  Com vocês a beleza das zínnias:


Muita paz e amor! ♥ ♥ ♥


Uma questão de referencial...

O domingo passado foi um dia ideal para curtir a preguiça. Choveu durante a tarde e o clima na cidade ficou fresco, propício para esticar o corpo no sofá e assistir TV.  Maridão e eu ficamos em sofa mode até tarde da noite, quando a chuva estiou e bateu aquela fome. O engraçado é que fome de domingo à noite nunca tem cara de alface, nem de palmito, nem de iogurte com granola. Fome de domingo à noite, pelo menos na nossa casa, tem cara de pizza.  O telefone da pizzaria só dava ocupado (ainda não usamos aplicativos para pedir comida) - então o jeito foi ir até a pizzaria e esperar uns minutinhos lá até a graciosa ficar pronta. A trouxemos para comer em casa.   Na volta, passamos por um parque. As janelas do carro estavam abertas, o que nos propiciou uma visão privilegiada de um grupo enorme de pessoas, todas com roupa de malhar, algumas se agachando, outras pulando corda, outras se preparando para correr. Eram umas 30 pessoas, às 10 da noite, fazendo treinamento funcional no parque.  -…